Rádio Enfim Metal

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Red Hot Chili Peppers divulga mais dois 'singles' inéditos

O Red Hot Chili Peppers lançou mais duas músicas inéditas, que fazem parte da coleção de 18 faixas que sobraram nas gravações do álbum "I'm With You". As novas faixas se chamam “Never Is A Long Time” e “Love Of Your Life”.

Entre agosto e setembro, a banda liberou as músicas “Magpies On Fire”, “Victorian Machinery”, “Long Progression” e “Strange Man”. Os lançamentos devem acontecer até o início do ano que vem.

Os próximos três pares de músicas devem ser lançados no dia 06 de novembro, 04 e 18 de dezembro.


Ouça "Never Is A Long Time":



E "Love Of Your Life".






Pantera: reunião com Zakk Wylde pode mesmo acontecer?


O renomado periódico norte-americano Village Voice conduziu recentemente uma entrevista bastante esclarecedora e, lógico, polêmica, com o vocalista PHIL ANSELMO (PANTERA, DOWN, dentre outros tantos projetos). Veja a seguir um pequeno, porém surpreendente trecho do bate-papo.
Village Voice: Há rumores de que uma reunião do Pantera trazendo o guitarrista Zakk Wylde (ex-OZZY, BLACK LABEL SOCIETY) irá acontecer. É verdade? A mesma incluiria você?
Phil Anselmo: Bem, é melhor que essa porra me inclua, ou do contrário não será Pantera. Falei com o Zakk sobre o assunto duas semanas atrás e ele mostrou-se plenamente interessado... Mas, verdade seja dita, Vince [Abbott] tem um rancor realmente infundado contra mim. E, honestamente, eu sempre tive as portas abertas para Vince. Se precisar posso deixar aquele cara socar minha cara repetidas vezes, o quanto ele quiser, até que suas mãos fiquem cansadas de bater na minha cabeça dura, desde que possamos sentar e conversar a respeito disso, estou disposto a isso.
Leia o restante da entrevista (em inglês) no link a seguir:
http://blogs.villagevoice.com/music/2012/09/phil_anselmo_in.php
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Fonte: Pantera: reunião com Zakk Wylde pode mesmo acontecer? - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_835/164245-pantera.html#ixzz28F19dqnj

Kiss: o que esperar dos shows no Brasil


Apesar de ser uma banda muito constante e uniforme em suas apresentações, muita água rolou desde a última passagem do KISS pelo Brasil, há três anos e meio. Há alguns fatores que devem ser levados em consideração, principalmente nas últimas apresentações da banda, durante a The Tour, turnê realizada nos meses passados com o Mötley Crüe pela América do Norte. Lembrando que são apenas SUPOSIÇÕES e que posso errar em algum ponto.
1) Repertório:
É difícil adivinhar qual será o repertório para as apresentações na América do Sul, pois os setlists da turnê com o Mötley Crüe eram reduzidos – as duas bandas eram headliners. Mas como o Brasil fecha a turnê sul-americana, saberemos graças à internet. Por enquanto, o que pode ser especulado é que:
- O lançamento de Monster está marcado para outubro, um mês antes do início da turnê. Durante as turnês dos dois últimos lançamentos da banda, Psycho Circus e Sonic Boom, a banda incluiu apenas três músicas do novo álbum em questão. No caso de Psycho Circus, a faixa título, “Within” e “Into The Void” ganharam espaço nos repertórios, enquanto que com Sonic Boom, as músicas tocadas ao vivo foram “Modern Day Delilah”, “I’m An Animal” e “Say Yeah”. Para este próximo show, devem entrar “Hell Or Hallelujah” e, no máximo, duas outras novas canções. Talvez nada de Sonic Boom seja mantido nesse novo repertório, já que durante a The Tour, não salvaram nada.
- Entre as velharias, não se deve esperar que os mascarados toquem músicas obscuras, tipo pepitas do (Music From) The Elder ou farofagens dos álbuns da fase Hair Metal que nem na época receberam atenção. A banda tem quase 40 anos de existência e, se não opta por reinventar a roda, 99% dos fãs entendem perfeitamente. Mesmo assim, a banda tem trazido algumas músicas esquecidas pelo tempo nessa última turnê, como “War Machine”, “Makin’ Love” e “Crazy Crazy Nights” – as duas últimas com menos frequência. Em turnês anteriores a esta última, a trupe de Paul Stanley e Gene Simmons apostou em outras pérolas lado B, mas dos primeiros registros.
Repertório do último show do KISS, em Hartford, EUA:
01. Detroit Rock City
02. Shout It Out Loud
03. I Love It Loud
04. Firehouse
05. Hell Or Hallelujah
06. War Machine
07. Shock Me
08. Gene Simmons solo
09. God Of Thunder
10. Love Gun
11. Lick It Up
12. Black Diamond
13. Hotter Than Hell
14. Rock And Roll All Nite
2) Performance:
Não é segredo pra ninguém que Paul Stanley está com a voz gasta. A cirurgia que fez nas cordas vocais não resolveu muita coisa, mas o homem dá uma verdadeira aula de como ser um rockstar no palco. Gene Simmons idem. Tommy Thayer e Eric Singer continuam com performances musicais impossíveis de serem criticadas: ambos são muito técnicos e profissionais. Singer simplificou as linhas de bateria, provavelmente para se assemelhar mais com o som de Peter Criss nos bons tempos, mas nada que tire a sua eficácia enquanto baterista.
Um ponto de destaque é que, por conta das vocalizações (principalmente graças aos problemas recentes do Starchild), a banda vem adotando uma afinação mais grave nos instrumentos de corda. Sendo mais específico: os instrumentos eram afinados meio tom abaixo do padrão/standard (Ré sustenido, D#, Mi bemol ou Eb), agora são afinados um tom abaixo do padrão/standard (D ou ré). Trata-se de uma mudança adotada por muitas bandas de veteranos para proporcionar maior conforto vocal, evitando esforços. É a primeira vez que o KISS utiliza afinações diferentes da padrão ou de meio tom abaixo para shows inteiros em toda a sua carreira – a banda deixou as afinações mais agudas nos seus primeiros shows, em 1973-1974, e durante os anos 1980, mais especificamente de 1982 até 1988.
3) Palco
Desde a turnê do Sonic Boom, o palco do KISS vem sendo cada vez melhor elaborado. É um dos maiores atrativos das apresentações ao vivo do quarteto, pois há muitos aparatos tecnológicos investidos para dar uma sensação única ao público. Não sabemos se o mesmo palco utilizado desde então vai ser mantido mas eu, particularmente, não acharia ruim se fosse o mesmo.
No mais, não se deve esperar um show diferente de caras que estão na estrada há quase 40 anos. O KISS, assim como várias bandas grandes, tem vários fãs mais “chatos” que procuram chifre em cabeça de bode. Não é a hora para eles inovarem repertório, fazerem coisas completamente diferentes do que fizeram a carreira todo. Esta turnê em terras tupiniquins será algo para fãs de KISS, até mesmo admiradores de Rock no geral, pois a banda oferece diversão na essência do termo. Vá para se divertir e não esquente se a faixa 7 do lado B da bootleg de não-sei-das-quantas não vai rolar no repertório.


Fonte: Kiss: o que esperar dos shows no Brasil - Matérias e Biografias http://whiplash.net/materias/biografias/164424-kiss.html#ixzz28EzTbaLU

Monsters of Rock: festival volta ao Brasil em 2013 pela XYZ


A produtora XYZ Live anunciou alguns planos para o próximo ano, entre eles uma nova edição do Monsters of Rock no Brasil. O festival deve ocorrer em outubro de 2013. As atrações devem ser anunciadas ainda este ano e as vendas devem ser iniciadas em fevereiro.
Leia mais sobre as estratégias da XYZ Live para 2013 no link abaixo.
O Monsters of Rock é um festival anual promovido na pista de corridas do Castelo Donington na Inglaterra. Outros festivais Monsters of Rock foram organizados em outras cidades do mundo, como as quatro edições em São Paulo de 1994 a 1998.
1994. Philips Monsters of Rock - São Paulo, Pacaembu - 27 de agosto de 1994, com Dr. Sin, Angra, Raimundos, Viper, Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer, Kiss.
1995. São Paulo, Pacaembu - 2 de setembro de 1995, com Rata Blanca, Clawfinger, Virna Lisi, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper, Ozzy Osbourne.
1996. São Paulo, Pacaembu - 24 de agosto de 1996, com Héroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Raimundos, Biohazard, Motörhead, Skid Row, Iron Maiden.
1998. São Paulo, Pista de Atletismo do Ibirapuera - 26 de Setembro de 1998, com Dorsal Atlântica, Korzus, Glenn Hughes, Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth, Slayer.


Fonte: Monsters of Rock: festival volta ao Brasil em 2013 pela XYZ - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_834/164433.html#ixzz28ExyWME9

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Judas Priest: "ainda não há um fim em vista!"


O frontman do JUDAS PRIEST, Rob Halford, falou recentemente com o Loudwire sobre o andamento das sessões de composição para o sucessor de "Nostradamus" de 2008.
Perguntado sobre o que fãs podem esperar do próximo álbum da banda, Halford disse: "Já temos várias idéias se cruzando, algumas delas já sendo completadas e outras ainda em pedaços. Promete ser bastante intenso, em termos de riffs e poderoso em certas faixas. Assim como todas as vezes que você tenta falar sobre música, é praticamente impossível capturá-la. Você apenas pode apontar na direção de onde as coisas estão tomando forma, é simplesmente glorioso. Olhando por este lado, tem elementos de 'British Steel' e 'Painkiller'. Nós temos um registro realmente sólido ganhando forma lentamente e que vai deixar todos os fãs do Judas Priest muito felizes. Pelo menos é o que eu espero que aconteça".
Quanto a uma possível data de lançamento para o novo álbum, Halford disse: "Eu não tenho certeza. Ele ficará pronto quando estiver pronto. Não estamos com aquele rítmo que tínhamos antes. Me lembro dos anos 80, quando lançávamos algo todos os anos, dígno de uma turnê mundial. Temos o luxo agora, se você quiser chamar assim, de tomar nosso tempo. Estamos tão ansiosos para conseguir este feito, mas em um ritmo mais lento. Do jeito britânico, entende? (risos). Tipo uma monarquia. Mas, eu espero que ele saia no próximo ano. Algo me diz que deve ser lançado em 2013. Vamos olhar para a frente e conseguir outro registro do Judas Priest, para que todos possam bater cabeça".
Fonte: Judas Priest: "ainda não há um fim em vista!" - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_836/160768-judaspriest.html#ixzz233XYP5SY

Between a Rock and a Hard Place: a explosiva mistura dos Stones


Pólvora e uma boa caixa de fósforos fizeram desse mundo um lugar melhor para se viver. O rock n´roll é a prova de que Nietzsche realmente estava certo: não nascemos da calmaria, nascemos do atrito. A faísca que acendeu os BEATLES e THE ANIMALS foi o resultado de lutas de classe mal resolvidas, de um pós-guerra desolador, de gente “branca” roubando a música de gente “negra”, de filhos viciados que não se entendem com pais e fogem de casa. TONY IOMMI já declarou que seu som foi inspirado no ritmo insuportável do maquinário pesado em Birmingham e o GUNS compôs sua obra prima em uma garagem imunda. O rock n´roll é chá de boldo, a antítese do bucólico, a casca de ferida do mundo nos últimos sessenta anos.
Esse nobre ancião, entretanto, venceu as provas do tempo. Declarado morto por repetidas vezes, se comporta como um zumbi, se alimentando da necessidade de adrenalina, em mundo que se movimenta a oitocentos por hora mas, simultaneamente, entorpece seus ocupantes. Nessa crescente, chega a ser surreal uma banda completar cinqüenta anos, com três de seus membros originais, tendo passado pela psicodelia, pelo punk, pela disco, pela new wave – por tudo – e estar ainda de pé. Impressiona não só pelo desgaste natural das juntas, não só pelo consumo colossal de heroína ou pelo quebra pau entre seus membros: impressiona por se manterem no topo, ainda que toda sorte de intempéries conspirassem para seu naufrágio.
Os STONES corroboram a mítica do rock n´roll, ampliam seu folclore e adubam o território das bizarrices desde os anos sessenta. Sua capacidade de reinvenção, ainda que trôpega em alguns momentos, trazem a emblemática do ressurgimento pelas cinzas por longas cinco décadas. Do nefasto ao profano, da doçura ao badalar dos sinos do inferno, parecem andar sobre a lama, pairar sobre o marketing de linha de produção de bandas atuais, cair à sombra das sarjetas ou embebedarem-se em hidromassagens e jatos particulares em grande estilo. Ultrapassaram a AIDS, aos blazers com ombreiras, às curvas sinuosas de milhões de quilômetros de um árida estrada.
JAGGER e RICHARDS são os escudeiros de um estilo de vida que dizimou metade dos nomes relevantes na música no últimos quarenta anos, representam esboços de uma raça alienígena que ainda desconhecemos por completo. O guitarrista que já declarou – “Jagger é rock, eu sou roll – reflete atrás dos vincos de heroína estampados em sua face, o currículo invejável do homem comum: não é um intelectual, não é a representação da vontade de potência de seu parceiro: antes é fruto de uma incógnita capacidade de sobrevivência, o sujo retrato de alguém que não cria a menor expectativa do que virá depois- apenas respira e espera.
JAGGER é o nobre do avesso, o conde à maneira própria, um suserano inquieto e auto-controlador, o político. Em uma dessas estranhas declarações de amor ao parceiro ele disse: “Você não é o único, com uma mistura de emoções, você não é o único navio à deriva sobre este oceano”. Como todo casal em bodas de ouro, viveram a lua de mel, as ameaças de divórcio, a reconciliação.
Do alto de sua negligência total à decadência paira o lorde, discreto e surdo mudo na medida – CHARLIE WATTS é o contra senso, o lobo solitário atrás de seu kit. Seu tempero inglês traz o sabor insosso necessário ao arrefecimento das polêmicas, sua postura fleumática é o ponto de estabilidade ao estado pré- insanidade. WATTS é o homem em estado natural de ROUSSEAU.
Vivos? Sim. Como? Não dá para saber. São baratas em um ataque nuclear.

Fonte: Between a Rock and a Hard Place: a explosiva mistura dos Stones - Matérias e Biografias http://whiplash.net/materias/biografias/160737-rollingstones.html#ixzz233We0QXs

Van Halen: quem é a criança na capa do álbum 1984?

Ao contrário do que muita gente pensa, a criança que aparece na capa do álbum “MCMLXXXIV”- mais conhecido como 1984, do VAN HALEN não é fruto e uma representação gráfica, mas sim de uma foto retocada. Tirada pela fotógrafa MARGO NAHAS, a criança que está “pitando” um cigarro de chocolate se chama CARTER HELM, filho de uma amiga da fotógrafa. O fundo representando o céu e o topete do menino são originais e, apenas a mesa de mármore e as asas foram introduzidas posteriormente.